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Poupança, imóveis e cripto: os investimentos preferidos dos brasileiros, segundo o Raio

Título: O Novo Perfil do Investidor Brasileiro: Características e Tendências

Nos últimos anos, a forma como os brasileiros lidam com suas finanças tem passado por mudanças significativas. Segundo a 9ª edição do Raio-X do Investidor, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, em 2025, 33% da população optou por economizar, 24% decidiu investir e apenas 10% direcionou seu dinheiro para produtos financeiros específicos.

Este estudo, que coletou dados a partir de 5.832 entrevistas, revela como a percepção de “investir” pode variar amplamente entre os indivíduos. O superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, Marcelo Billi, destacou em uma coletiva que a compreensão do que é investimento, por parte do brasileiro, se estende a qualquer quantia colocada em algo com a expectativa de retorno, o que frequentemente inclui despesas como educação, viagens e até bens materiais, como automóveis.

Billi enfatiza que a visão popular sobre investimento não se limita aos produtos financeiros tradicionais, pois para muitos, economizar é sinônimo de reservar dinheiro em poupanças ou em “caixinhas”, e não necessariamente de aplicar esse montante com o objetivo de rendimentos financeiros. Na pesquisa, muitos que afirmaram estar apenas economizando mencionaram guardar dinheiro em contas bancárias que rendem, mas não consideram isso um investimento formal.

A avaliação sobre reservas financeiras também trouxe à tona informações interessantes: aproximadamente 70% dos brasileiros reportaram possuir algum tipo de reserva, sendo que 24% desses reservas são destinadas a períodos de um a cinco meses, e apenas 9% têm poupança para além de um ano. Essa percepção evidencia um entendimento tímido sobre a importância de se planejar financeiramente a longo prazo.

Os Invetidores: O Que buscam e onde Investem

Dentre os 10% de brasileiros que se identificam como investidores, a caderneta de poupança continua sendo a opção mais popular, com cerca de 17% mencionando-a de forma espontânea. Além disso, 22% já utilizavam este produto e 20% pretendiam adotá-lo ou continuar utilizando. Enquanto isso, os imóveis, apesar de serem considerados por muitos como um investimento, tiveram uma adesão espontânea de apenas 7%. Contudo, uma parte dos entrevistados reconhece a compra de imóveis como uma estratégia de investimento de longo prazo.

Em um cenário ainda mais diversificado, as criptomoedas estão ganhando notoriedade, com cerca de 4% dos brasileiros declarando que investem nessas moedas digitais, superando ações (2%) e títulos públicos (2%). A Geração Z se destaca nesse novo cenário, já que a familiaridade dessa faixa etária com o ambiente digital torna o investimento em criptoativos uma escolha natural. Billi comentou que, para essa geração, a propriedade digital é uma extensão da cultura em que estão inseridos.

Olhar para o Futuro: O Caminho da Educação Financeira

Ressalvando o crescimento do número de investidores no Brasil, que somou 60,6 milhões em 2025, está a previsão de que 8,7 milhões de brasileiros planejam iniciar investimentos em 2026. Contudo, 66,6 milhões ainda não demonstram interesse em entrar nesse universo. Billi ressaltou que, embora a educação financeira tenha avançado desde a pandemia, a comunicação no setor ainda não é suficientemente acessível, devido ao uso excessivo de jargões e à ideia arraigada de que investir é algo exclusivo para os mais ricos.

As novas modalidades de poupança, como as “caixinhas” e “cofrinhos”, representam uma evolução nesse contexto. Para muitas pessoas, essas ferramentas são mais palpáveis e geram um sentido de segurança, pois permitem aos usuários nomear seus objetivos e perceber o crescimento do seu capital de forma simplificada, ao contrário da complexidade muitas vezes associada aos fundos de investimento.

Por fim, a Anbima busca garantir a segurança dessas novas soluções, assegurando que os produtos financeiros sejam compreensíveis, acessíveis e seguros para todos os investidores, independentemente do seu nível de conhecimento. O futuro aponta para um mercado cada vez mais digitalizado e preparado para acolher essa nova geração de investidores, promovendo uma cultura financeira mais sólida e consciente.

Economizar, investir e aplicar em produtos financeiros. Isso mesmo, essas são as três abordagens que os brasileiros adotam para gerenciar seu dinheiro. Em 2025, 33% da população fez economia, enquanto 24% se dedicaram a investir e 10% focaram em produtos financeiros específicos.

Os dados são da 9ª edição do Raio-X do Investidor, uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em parceria com o Datafolha, contemplando 2025 e com uma amostra de 5.832 entrevistas.

A pesquisa utiliza uma metodologia de respostas espontâneas, baseando-se na percepção dos respondentes sobre o tema. Por isso, existe uma diferença entre “investir” e “investir em produtos financeiros”.

Durante uma coletiva de imprensa na quinta-feira (16), o superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, Marcelo Billi, comentou que a visão de investimento do brasileiro é “tudo aquilo em que coloco meu dinheiro e espero algum retorno”.

Ao serem indagados sobre suas práticas de investimento, muitos participantes relataram que consideram gastos como a educação dos filhos, viagens, tratamentos estéticos e veículos como investimento, o que, para profissionais do setor financeiro, não se enquadra nessa categoria.

Uma das respostas mais recorrentes que se aproxima mais da definição econômica de “investimento” foi a aquisição de imóveis.

“A percepção geral de investimento é essa: tudo que melhora a minha vida, mesmo que não seja um produto financeiro,” afirmou Billi.

É poupança, caixinha ou conta renteira?

A discrepância entre o entendimento popular de certos termos e como os agentes financeiros os definem também aparece nas respostas sobre reserva de emergência e “poupança”.

Segundo Billi, muitas pessoas não consideram a “poupança” um investimento ou uma aplicação financeira. Para elas, poupança refere-se simplesmente a guardar dinheiro.

No aspecto qualitativo da pesquisa, aqueles que afirmaram economizar, mas não investir, relataram guardar dinheiro na “poupança”, em cofrinhos ou caixinhas, ou até em contas bancárias (sejam render ou não).

Para essas pessoas, isso não era considerado um investimento, mas simplesmente uma “poupança” que também poderia ser vista como uma reserva de emergência.

“Esse descompasso reflete as expectativas de que todos se tornarão planejadores financeiros. Pensamos que as pessoas dividirão seu dinheiro, separando-o para aplicações de curto, médio e longo prazo. Mas a realidade é diferente. As pessoas não lidam com dinheiro dessa maneira,” afirmou o superintendente da Anbima.

A compreensão sobre reservas financeiras está mais disseminada: 7 a cada 10 brasileiros afirmaram ter algum tipo de reserva. A maioria (24%) guarda dinheiro que abrange de um a cinco meses. Apenas 9% tem reservas suficientes para períodos superiores a um ano.

Os 10% investidores

Fonte: Anbima, 9ª edição do Raio-X do Investidor. (toque para ver a imagem maior)

Os brasileiros têm suas preferências de investimento, que permanecem constantes ao longo das gerações.

A caderneta de poupança e os imóveis são os produtos financeiros mais frequentemente citados quando perguntados onde planejam investir ou continuar investindo no próximo ano.

A caderneta de poupança é o produto mais conhecido: 17% mencionaram espontaneamente, 22% indicaram que já utilizam e 20% pretendem continuar usando.

A categoria “imóveis” recebeu menos menções espontâneas, com 7%. No entanto, 3% relataram que já utilizam imóveis como “produto financeiro” e 13% desejam ou planejam utilizá-los nos próximos anos.

Importante notar que aqui, o uso de imóveis não se refere apenas à compra para reforma e venda ou locação; muitos veem a compra de um imóvel próprio como um investimento.

Dentre os produtos financeiros mencionados, após a poupança, destacaram-se: títulos privados (LCI, LCA, CDB, etc.; 24%), ações (10%) e fundos de investimento (9%).

O destaque das criptos

Entre os investimentos que de fato as pessoas aplicam, as criptomoedas sobressaem, superando investimentos tradicionais como ações (2%) e títulos públicos (2%), com 4% de menções.

A geração Z é a que mais investe nessas moedas digitais, o que, segundo Billi, se alinha perfeitamente com seu cotidiano.

“Esses jovens têm uma experiência imersiva em um ambiente digital, onde possuem roupas, patrimônio e dinheiro virtual. Para eles, a ideia de uma moeda digital é natural, é algo que entendem e com o qual se identificam,” afirma.

Curiosamente, a geração Z é a que menos possui dinheiro na poupança.

Além dos benefícios financeiros e de transparência que o movimento de tokenização de ativos representa, Billi acredita que essa tendência crescerá no futuro.

“Não digo que isso ocorrerá a curto prazo, pois essa geração ainda não é a principal detentora de riqueza. Mas um dia será. Estamos nos movendo em direção a um mundo de ativos tokenizados e digitalizados, e precisamos nos preparar para isso,” afirma.

Investidores em 2026

Considerando a visão mais ampla de “investir”, em 2025 o Brasil contava com 60,6 milhões de investidores, um número estável em comparação ao ano anterior (37%).

Para este ano, a Anbima e o Datafolha estimam que 8,7 milhões de brasileiros têm a intenção de começar a investir. Contudo, 66,6 milhões ainda não consideram isso.

Billi ressalta que a educação financeira no Brasil já avançou muito desde a pandemia, mas a comunicação no universo financeiro ainda apresenta falhas, com um uso excessivo de termos técnicos, siglas confusas e a ideia enraizada de que investir é algo reservado aos ricos.

A emergência das caixinhas, cofrinhos e contas rendeiras representa um avanço significativo, segundo o superintendente da Anbima. Enquanto fundos de investimento podem parecer conceitos abstratos e distantes, com gráficos e documentos complexos, a caixinha é algo concreto que possibilita atribuir um nome a um objetivo.

“Não é necessário explicar muito o que é. As pessoas compreendem que podem colocar seu dinheiro ali, que ficará guardado e possivelmente renderá. Isso gera familiaridade, simplicidade e segurança, mesmo que a pessoa não saiba exatamente qual é a aplicação financeira subjacente,” afirmou Billi.

Para ele, os próximos passos devem traçar esse caminho de oferecer soluções compreensíveis, ao invés de produtos que sejam difíceis de assimilar.

“Na Anbima, nossa prioridade é garantir a segurança dessas soluções. Entendemos qual produto financeiro está por trás da caixinha e devemos assegurar que seja seguro e que não exponha o investidor a riscos desnecessários.”

O post Poupança, imóvel e cripto: estes são os investimentos que o brasileiro gosta, segundo o Raio-X da Anbima apareceu primeiro em Seu Dinheiro.

Poupança, Imóvel e Cripto: O Raio-X dos Investimentos Favoritos dos Brasileiros Segundo a ANBIMA

O mercado de investimentos no Brasil tem passado por transformações significativas nos últimos anos, refletindo mudanças no comportamento dos investidores e no cenário econômico nacional. Um estudo recente da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) apresenta um panorama claro sobre as preferências dos brasileiros quando o assunto é investimento: a poupança, os imóveis e as criptomoedas continuam sendo as opções mais apreciadas.

Poupança: O Clássico que Não Sai de Moda

A caderneta de poupança tem um apelo emocional e histórico muito forte entre os brasileiros. Apesar de sua rentabilidade limitada, que frequentemente não acompanha a inflação e não gera ganhos reais, a poupança ainda seduz muitos investidores pela sua simplicidade e segurança. Para muitos, ela representa um primeiro passo no mundo dos investimentos, um local seguro onde o capital é preservado, com liquidez imediata e sem a necessidade de risco elevado.

Além disso, a facilidade no acesso e a isenção de impostos atraem novos poupadores. Mesmo com a crescente diversificação de produtos financeiros, a poupança mantém-se como a opção mais popular, especialmente entre aqueles que buscam segurança e um retorno estável, ainda que modesto.

Imóvel: A Tradição do Investimento Concreto

Outro investimento que se destaca no gosto do brasileiro é o imóvel. A propriedade de bens imóveis é vista como uma forma de assegurar patrimônios e, ao mesmo tempo, proporcionar um lar e uma geração de renda, seja através de aluguéis ou valorização. Historicamente, o brasileiro tem uma forte conexão emocional com o investimento em imóveis, pois esse tipo de ativo é associado à estabilidade e à permanência.

No entanto, é importante lembrar que o mercado imobiliário pode ser volátil e exige um capital inicial significativo. Por outro lado, muitos investidores veem o imóvel como uma proteção contra a inflação e uma estratégia de longo prazo que, embora menos líquida, pode oferecer retornos atraentes ao longo dos anos.

Criptomoedas: A Nova Fronteira do Investimento

Nos últimos anos, as criptomoedas têm conquistado uma nova geração de investidores no Brasil, especialmente entre os mais jovens. A rápida valorização de ativos digitais, a inovação e a descentralização que caracterizam esses investimentos despertam o interesse de muitos. O Bitcoin, Ethereum e outras altcoins são frequentemente discutidos em círculos de investimentos como formas de diversificação e potencial de altos retornos.

Entretanto, é fundamental ressaltar que as criptomoedas são extremamente voláteis e envolvem riscos consideráveis. A falta de regulamentação e a natureza especulativa deste mercado exigem que os investidores façam uma pesquisa aprofundada e compreendam os riscos antes de mergulhar nesse universo.

Considerações Finais

O Raio-X da ANBIMA revela que, apesar das novas opções de investimento que surgem a cada dia, a poupança, os imóveis e as criptomoedas ainda desempenham papéis centrais nas decisões financeiras dos brasileiros. Cada um desses ativos possui características distintas, e suas escolhas refletem os perfis de risco, objetivos financeiros e a relação com o dinheiro que cada investidor desenvolve ao longo da vida.

A diversificação se mostra cada vez mais necessária à medida que o acesso à informação e a educação financeira se tornam mais comuns. Com opções cada vez mais variadas, os brasileiros devem continuar a se informar e a buscar o equilíbrio nos seus portfólios, com a consciência de que o investimento é uma jornada de longo prazo que requer paciência e planejamento.

Em resumo, enquanto a poupança e os imóveis permanecem como opções tradicionais e seguras, as criptomoedas emergem como uma alternativa inovadora e arriscada, mostrando que o mercado financeiro brasileiro está em constante evolução.

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