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Quem planeja melhor o dinheiro? Contas em dia e investimentos não bastam — e líderes do ranking podem te surpreender

Quando falamos sobre responsabilidade e organização financeira, os jovens de 18 a 24 anos dificilmente são os primeiros que vêm à mente. Porém, na primeira edição do Índice Planejar, que mede o nível de planejamento financeiro dos brasileiros, o grupo aparece entre os que melhor se planejam, ficando atrás apenas da população de mais de 60 anos.

Olevantamento divulgadopara a imprensa nesta quinta-feira (10)mostrouque amédiade planejamento financeiro do brasileiroainda é baixa,com52,7 em uma escala que vai de 0 a 100.

“Não existe uma pontuação ideal, mas, quanto maior a nota, maior o nível de planejamento. Então, avalio 52 como um resultado não muito bom. Ainda há bastante espaço para melhorar em termos de planejamento financeiro”, disseogestor de Riscos econsultor da Planejar neste projeto,HiltonNotini.

Os jovens de 18 a 24 anos aparecem coma segunda melhornota, de53,6, atrás dos 57,6da faixacom mais de 60 anos.Jáos brasileirosque maisse enroscam com as finanças pessoais estão na faixa etária de 25 e 44 anos,com uma pontuação de51,3. A população de 45 a 60 anos aparece no meio do caminho, com 53,0.

“O índice reflete comoa faixa dos 25 aos 44 anos concentramuitasexigências. Éa fase de realização dos objetivos de vida, mas tambémde mais compromissos e de mais desafios para criar o’colchão de segurança’financeiropararenda passiva futura”, afirmou AnaLeoni, CEO da Planejar, em coletiva nesta manhã.

O índice foi calculado por meio de 2.000entrevistascombrasileiros a partir de 16 anos,das classes A, B e C, com renda familiar média de R$ 5.778.

O falso fôlego das contas em diae dos investimentos

Paramedir o que as pessoas efetivamente fazem com o dinheiro, e não apenas quanto acreditam conhecer sobre finanças ou quão organizadas consideram suas próprias vidas financeiras, oÍndice Planejar dividiu o planejamento financeiro em cinco dimensões:

  • Gestão orçamentária, que mede a organização mensal, conhecimento sobre os gastos e capacidade de fazer as contas caberem dentro da renda;
  • Endividamento, que inclui contas atrasadas e renda comprometida;
  • Reservas e resiliência, quemede o quanto os brasileiros estão guardando para uma eventual emergência;
  • Proteção e seguros, que avalia a quantidade de pessoas que têm seguro, sabem o que cobre e que desejam essa proteção; e
  • Planejamento de longo prazo, com metas para o futuro e planos de aposentadoria.

Segundo a Planejar, o objetivo épriorizar os comportamentos e as ações realizadas e, assim, identificar com maior precisão onde estão ospontos forteseospontos de vulnerabilidadenas finanças pessoaisda população.

Entre as cinco categorias avaliadas,os brasileiros têmmelhor desempenhonaGestão orçamentária, atingindo 70,1 pontos.Porém, a Planejar ressalta queapenas aorganização orçamentária mensal isolada não garante que a vida financeira da população esteja bem.

“A organização financeira não basta.Uma pessoa pode mapear todas as contas e, ainda assim, encarar umrombo no orçamentoou precisar recorrer a dívidas para cobrir boletos”,dizLeoni.

Prova disso é a pontuação do Endividamento, que aparece com a terceira maior nota, 47,8,ficandoatrás de Proteção e Seguros,com 63,0.

Vale lembrar que Endividamento é a única categoria em que a lógica se inverte: quanto maior a pontuação, pior o desempenho. Nas demais, quanto maior a nota, melhor o resultado.

Além disso,o indicador Reservas e Resiliência aparece na lanterna, com 39,3, apesar de os dados mostrarem maior nível dePlanejamento de longo prazo, com nota 43,3.

“As pessoas até têm algum produto de investimento, mas não necessariamente está traduzindo em fôlego ou uma reserva para momentos de emergência.Ter um valor investido não significa estar protegido”,afirmoua CEO.

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Quando falamos sobre responsabilidade e organização financeira, os jovens de 18 a 24 anos dificilmente são os primeiros que vêm à mente. Porém, na primeira edição do Índice Planejar, que mede o nível de planejamento financeiro dos brasileiros, o grupo aparece entre os que melhor se planejam, ficando atrás apenas da população de mais de 60 anos.

Olevantamento divulgadopara a imprensa nesta quinta-feira (10)mostrouque amédiade planejamento financeiro do brasileiroainda é baixa,com52,7 em uma escala que vai de 0 a 100.

“Não existe uma pontuação ideal, mas, quanto maior a nota, maior o nível de planejamento. Então, avalio 52 como um resultado não muito bom. Ainda há bastante espaço para melhorar em termos de planejamento financeiro”, disseogestor de Riscos econsultor da Planejar neste projeto,HiltonNotini.

Os jovens de 18 a 24 anos aparecem coma segunda melhornota, de53,6, atrás dos 57,6da faixacom mais de 60 anos.Jáos brasileirosque maisse enroscam com as finanças pessoais estão na faixa etária de 25 e 44 anos,com uma pontuação de51,3. A população de 45 a 60 anos aparece no meio do caminho, com 53,0.

“O índice reflete comoa faixa dos 25 aos 44 anos concentramuitasexigências. Éa fase de realização dos objetivos de vida, mas tambémde mais compromissos e de mais desafios para criar o’colchão de segurança’financeiropararenda passiva futura”, afirmou AnaLeoni, CEO da Planejar, em coletiva nesta manhã.

O índice foi calculado por meio de 2.000entrevistascombrasileiros a partir de 16 anos,das classes A, B e C, com renda familiar média de R$ 5.778.

O falso fôlego das contas em diae dos investimentos

Paramedir o que as pessoas efetivamente fazem com o dinheiro, e não apenas quanto acreditam conhecer sobre finanças ou quão organizadas consideram suas próprias vidas financeiras, oÍndice Planejar dividiu o planejamento financeiro em cinco dimensões:

  • Gestão orçamentária, que mede a organização mensal, conhecimento sobre os gastos e capacidade de fazer as contas caberem dentro da renda;
  • Endividamento, que inclui contas atrasadas e renda comprometida;
  • Reservas e resiliência, quemede o quanto os brasileiros estão guardando para uma eventual emergência;
  • Proteção e seguros, que avalia a quantidade de pessoas que têm seguro, sabem o que cobre e que desejam essa proteção; e
  • Planejamento de longo prazo, com metas para o futuro e planos de aposentadoria.

Segundo a Planejar, o objetivo épriorizar os comportamentos e as ações realizadas e, assim, identificar com maior precisão onde estão ospontos forteseospontos de vulnerabilidadenas finanças pessoaisda população.

Entre as cinco categorias avaliadas,os brasileiros têmmelhor desempenhonaGestão orçamentária, atingindo 70,1 pontos.Porém, a Planejar ressalta queapenas aorganização orçamentária mensal isolada não garante que a vida financeira da população esteja bem.

“A organização financeira não basta.Uma pessoa pode mapear todas as contas e, ainda assim, encarar umrombo no orçamentoou precisar recorrer a dívidas para cobrir boletos”,dizLeoni.

Prova disso é a pontuação do Endividamento, que aparece com a terceira maior nota, 47,8,ficandoatrás de Proteção e Seguros,com 63,0.

Vale lembrar que Endividamento é a única categoria em que a lógica se inverte: quanto maior a pontuação, pior o desempenho. Nas demais, quanto maior a nota, melhor o resultado.

Além disso,o indicador Reservas e Resiliência aparece na lanterna, com 39,3, apesar de os dados mostrarem maior nível dePlanejamento de longo prazo, com nota 43,3.

“As pessoas até têm algum produto de investimento, mas não necessariamente está traduzindo em fôlego ou uma reserva para momentos de emergência.Ter um valor investido não significa estar protegido”,afirmoua CEO.

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Olevantamento divulgadopara a imprensa nesta quinta-feira (10)mostrouque amédiade planejamento financeiro do brasileiroainda é baixa,com52,7 em uma escala que vai de 0 a 100.

“Não existe uma pontuação ideal, mas, quanto maior a nota, maior o nível de planejamento. Então, avalio 52 como um resultado não muito bom. Ainda há bastante espaço para melhorar em termos de planejamento financeiro”, disseogestor de Riscos econsultor da Planejar neste projeto,HiltonNotini.

Os jovens de 18 a 24 anos aparecem coma segunda melhornota, de53,6, atrás dos 57,6da faixacom mais de 60 anos.Jáos brasileirosque maisse enroscam com as finanças pessoais estão na faixa etária de 25 e 44 anos,com uma pontuação de51,3. A população de 45 a 60 anos aparece no meio do caminho, com 53,0.

“O índice reflete comoa faixa dos 25 aos 44 anos concentramuitasexigências. Éa fase de realização dos objetivos de vida, mas tambémde mais compromissos e de mais desafios para criar o’colchão de segurança’financeiropararenda passiva futura”, afirmou AnaLeoni, CEO da Planejar, em coletiva nesta manhã.

O índice foi calculado por meio de 2.000entrevistascombrasileiros a partir de 16 anos,das classes A, B e C, com renda familiar média de R$ 5.778.

O falso fôlego das contas em diae dos investimentos

Paramedir o que as pessoas efetivamente fazem com o dinheiro, e não apenas quanto acreditam conhecer sobre finanças ou quão organizadas consideram suas próprias vidas financeiras, oÍndice Planejar dividiu o planejamento financeiro em cinco dimensões:

  • Gestão orçamentária, que mede a organização mensal, conhecimento sobre os gastos e capacidade de fazer as contas caberem dentro da renda;
  • Endividamento, que inclui contas atrasadas e renda comprometida;
  • Reservas e resiliência, quemede o quanto os brasileiros estão guardando para uma eventual emergência;
  • Proteção e seguros, que avalia a quantidade de pessoas que têm seguro, sabem o que cobre e que desejam essa proteção; e
  • Planejamento de longo prazo, com metas para o futuro e planos de aposentadoria.

Segundo a Planejar, o objetivo épriorizar os comportamentos e as ações realizadas e, assim, identificar com maior precisão onde estão ospontos forteseospontos de vulnerabilidadenas finanças pessoaisda população.

Entre as cinco categorias avaliadas,os brasileiros têmmelhor desempenhonaGestão orçamentária, atingindo 70,1 pontos.Porém, a Planejar ressalta queapenas aorganização orçamentária mensal isolada não garante que a vida financeira da população esteja bem.

“A organização financeira não basta.Uma pessoa pode mapear todas as contas e, ainda assim, encarar umrombo no orçamentoou precisar recorrer a dívidas para cobrir boletos”,dizLeoni.

Prova disso é a pontuação do Endividamento, que aparece com a terceira maior nota, 47,8,ficandoatrás de Proteção e Seguros,com 63,0.

Vale lembrar que Endividamento é a única categoria em que a lógica se inverte: quanto maior a pontuação, pior o desempenho. Nas demais, quanto maior a nota, melhor o resultado.

Além disso,o indicador Reservas e Resiliência aparece na lanterna, com 39,3, apesar de os dados mostrarem maior nível dePlanejamento de longo prazo, com nota 43,3.

“As pessoas até têm algum produto de investimento, mas não necessariamente está traduzindo em fôlego ou uma reserva para momentos de emergência.Ter um valor investido não significa estar protegido”,afirmoua CEO.

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