Em um mercado com dezenas de fundos que disputam investidores com estratégias parecidas, o Match Point Brasil, da EQI Investimentos, aposta em um diferencial incomum: transformar sua taxa de administração em apoio direto à formação de tenistas brasileiros.
Lançado há pouco mais de um ano, o produto busca acompanhar o CDI e oferece liquidez diária. Ao mesmo tempo, destina integralmente sua taxa de administração ao Instituto Tennis Route, centro de treinamento responsável pelo desenvolvimento de atletas e projetos sociais no Rio de Janeiro.
Assim, os investidores não apenas aplicam recursos em uma estratégia de renda fixa, mas também contribuem para a manutenção da estrutura do instituto e para a formação de jovens talentos. Alguns atletas apoiados pelo projeto, inclusive, já disputaram torneios da ATP, circuito que reúne os principais nomes do tênis mundial.
Match Point Brasil completa um ano e mira R$ 1 bilhão de patrimônio líquido
Criado em agosto de 2025, o fundo Match Point Brasil conta com mais de 1,2 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 100,7 milhões. O objetivo para os próximos anos, segundo a EQI, é atingir R$ 1 bilhão para aumentar o volume de recursos destinado ao instituto e impactar ainda mais o esporte.
O fundo investe majoritariamente em ativos de renda fixa e tem aplicação mínima de apenas R$ 1, valor que permite a participação de investidores de diferentes perfis na iniciativa.
Segundo o diretor-executivo Thiago de Camargo Penteado Mendes, da EQI, o Match Point se destaca por ser um “investimento com propósito”.
A taxa de administração do fundo é de 0,30% ao ano, valor integralmente destinado ao Instituto Tennis Route. Os cotistas recebem um relatório de prestação de contas, além de informações sobre o ranking e os resultados dos atletas patrocinados pelo fundo.
Mendes afirma que a ideia é “criar uma grande comunidade ao redor do esporte”, com convites para eventos, newsletters sobre tênis e mais iniciativas.
“Convidamos os cotistas para a Match Point Mansion, nosso evento de tênis. Fizemos, por exemplo, um no Rio de Janeiro, durante o Rio Open [torneio de tênis], e um em Miami durante o Miami Open. Também temos o torneio Match Point Cup em 12 praças, em que colocamos os clientes para jogar. Estamos com iniciativas muito legais para o tênis”, destacou.
Segundo o diretor de operações e marketing do Instituto Tennis Route, Rafael Racy, a parceria tem ajudado o projeto na formação de atletas, tanto em termos de custo de viagens e logística, quanto na estrutura do centro de treinamento.
“De uma maneira inusitada, criativa e de fácil acesso a todos, ajudamos o tênis brasileiro, que é o objetivo do instituto. Vem sendo um super sucesso, temos ajudado bastante gente”, disse.
Mais sobre o Tennis Route: conheça o instituto apoiado pelo Match Point Brasil
O Instituto Tennis Route foi criado em março de 2010 com a proposta de utilizar o tênis como ferramenta educacional e instrumento de transformação social.
O centro conta com dois projetos sociais com sede fixa no Rio de Janeiro: a Escolinha de Tênis Fabiano de Paula, na Rocinha, e o centro de treinamento matriz na Barra da Tijuca. Além disso, o instituto visa ampliar seu impacto com equipes itinerantes que levam o esporte a escolas públicas em todo o estado fluminense.


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Mais de 5 mil jovens já se beneficiaram das iniciativas do instituto, que já formou mais de 20 professores de tênis e forneceu cerca de 50 bolsas de estudo em faculdade para os atletas.
Atualmente, a coordenação técnica do projeto é composta por Duda Matos e João Zwetsch, considerados dois dos melhores treinadores da história do Brasil no esporte.
O centro conta com tenistas de renome no cenário nacional, como Mateus Alves, Thiago Monteiro, Thiago Wild, Pedro Boscardin, Gustavo Heide, João Lucas Reis e Matheus Pucinelli.
Também já passaram pelas quadras da Tennis Route os atletas Bia Haddad e Thomaz Belucci, que já chegaram ao 10º e 21º lugares no ranking mundial, respectivamente.
Racy afirma que iniciativas como essa, da EQI, tem importância “total” em um esporte considerado “supercaro”, como é o caso do tênis.
“Muitas pessoas ficam pelo caminho. É um esporte em que talvez apenas 150 a 200 atletas no mundo conseguem se sustentar. A jornada até lá é muito grande, muito dura, muito cara. Sem apoio, as pessoas simplesmente não chegam. A minoria das famílias consegue bancar esse sonho. Sem isso, nada acontece”, conclui.
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Em um mercado com dezenas de fundos que disputam investidores com estratégias parecidas, o Match Point Brasil, da EQI Investimentos, aposta em um diferencial incomum: transformar sua taxa de administração em apoio direto à formação de tenistas brasileiros.
Lançado há pouco mais de um ano, o produto busca acompanhar o CDI e oferece liquidez diária. Ao mesmo tempo, destina integralmente sua taxa de administração ao Instituto Tennis Route, centro de treinamento responsável pelo desenvolvimento de atletas e projetos sociais no Rio de Janeiro.
Assim, os investidores não apenas aplicam recursos em uma estratégia de renda fixa, mas também contribuem para a manutenção da estrutura do instituto e para a formação de jovens talentos. Alguns atletas apoiados pelo projeto, inclusive, já disputaram torneios da ATP, circuito que reúne os principais nomes do tênis mundial.
Match Point Brasil completa um ano e mira R$ 1 bilhão de patrimônio líquido
Criado em agosto de 2025, o fundo Match Point Brasil conta com mais de 1,2 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 100,7 milhões. O objetivo para os próximos anos, segundo a EQI, é atingir R$ 1 bilhão para aumentar o volume de recursos destinado ao instituto e impactar ainda mais o esporte.
O fundo investe majoritariamente em ativos de renda fixa e tem aplicação mínima de apenas R$ 1, valor que permite a participação de investidores de diferentes perfis na iniciativa.
Segundo o diretor-executivo Thiago de Camargo Penteado Mendes, da EQI, o Match Point se destaca por ser um “investimento com propósito”.
A taxa de administração do fundo é de 0,30% ao ano, valor integralmente destinado ao Instituto Tennis Route. Os cotistas recebem um relatório de prestação de contas, além de informações sobre o ranking e os resultados dos atletas patrocinados pelo fundo.
Mendes afirma que a ideia é “criar uma grande comunidade ao redor do esporte”, com convites para eventos, newsletters sobre tênis e mais iniciativas.
“Convidamos os cotistas para a Match Point Mansion, nosso evento de tênis. Fizemos, por exemplo, um no Rio de Janeiro, durante o Rio Open [torneio de tênis], e um em Miami durante o Miami Open. Também temos o torneio Match Point Cup em 12 praças, em que colocamos os clientes para jogar. Estamos com iniciativas muito legais para o tênis”, destacou.
Segundo o diretor de operações e marketing do Instituto Tennis Route, Rafael Racy, a parceria tem ajudado o projeto na formação de atletas, tanto em termos de custo de viagens e logística, quanto na estrutura do centro de treinamento.
“De uma maneira inusitada, criativa e de fácil acesso a todos, ajudamos o tênis brasileiro, que é o objetivo do instituto. Vem sendo um super sucesso, temos ajudado bastante gente”, disse.
Mais sobre o Tennis Route: conheça o instituto apoiado pelo Match Point Brasil
O Instituto Tennis Route foi criado em março de 2010 com a proposta de utilizar o tênis como ferramenta educacional e instrumento de transformação social.
O centro conta com dois projetos sociais com sede fixa no Rio de Janeiro: a Escolinha de Tênis Fabiano de Paula, na Rocinha, e o centro de treinamento matriz na Barra da Tijuca. Além disso, o instituto visa ampliar seu impacto com equipes itinerantes que levam o esporte a escolas públicas em todo o estado fluminense.


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Mais de 5 mil jovens já se beneficiaram das iniciativas do instituto, que já formou mais de 20 professores de tênis e forneceu cerca de 50 bolsas de estudo em faculdade para os atletas.
Atualmente, a coordenação técnica do projeto é composta por Duda Matos e João Zwetsch, considerados dois dos melhores treinadores da história do Brasil no esporte.
O centro conta com tenistas de renome no cenário nacional, como Mateus Alves, Thiago Monteiro, Thiago Wild, Pedro Boscardin, Gustavo Heide, João Lucas Reis e Matheus Pucinelli.
Também já passaram pelas quadras da Tennis Route os atletas Bia Haddad e Thomaz Belucci, que já chegaram ao 10º e 21º lugares no ranking mundial, respectivamente.
Racy afirma que iniciativas como essa, da EQI, tem importância “total” em um esporte considerado “supercaro”, como é o caso do tênis.
“Muitas pessoas ficam pelo caminho. É um esporte em que talvez apenas 150 a 200 atletas no mundo conseguem se sustentar. A jornada até lá é muito grande, muito dura, muito cara. Sem apoio, as pessoas simplesmente não chegam. A minoria das famílias consegue bancar esse sonho. Sem isso, nada acontece”, conclui.
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Assim, os investidores não apenas aplicam recursos em uma estratégia de renda fixa, mas também contribuem para a manutenção da estrutura do instituto e para a formação de jovens talentos. Alguns atletas apoiados pelo projeto, inclusive, já disputaram torneios da ATP, circuito que reúne os principais nomes do tênis mundial.
Match Point Brasil completa um ano e mira R$ 1 bilhão de patrimônio líquido
Criado em agosto de 2025, o fundo Match Point Brasil conta com mais de 1,2 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 100,7 milhões. O objetivo para os próximos anos, segundo a EQI, é atingir R$ 1 bilhão para aumentar o volume de recursos destinado ao instituto e impactar ainda mais o esporte.
O fundo investe majoritariamente em ativos de renda fixa e tem aplicação mínima de apenas R$ 1, valor que permite a participação de investidores de diferentes perfis na iniciativa.
Segundo o diretor-executivo Thiago de Camargo Penteado Mendes, da EQI, o Match Point se destaca por ser um “investimento com propósito”.
A taxa de administração do fundo é de 0,30% ao ano, valor integralmente destinado ao Instituto Tennis Route. Os cotistas recebem um relatório de prestação de contas, além de informações sobre o ranking e os resultados dos atletas patrocinados pelo fundo.
Mendes afirma que a ideia é “criar uma grande comunidade ao redor do esporte”, com convites para eventos, newsletters sobre tênis e mais iniciativas.
“Convidamos os cotistas para a Match Point Mansion, nosso evento de tênis. Fizemos, por exemplo, um no Rio de Janeiro, durante o Rio Open [torneio de tênis], e um em Miami durante o Miami Open. Também temos o torneio Match Point Cup em 12 praças, em que colocamos os clientes para jogar. Estamos com iniciativas muito legais para o tênis”, destacou.
Segundo o diretor de operações e marketing do Instituto Tennis Route, Rafael Racy, a parceria tem ajudado o projeto na formação de atletas, tanto em termos de custo de viagens e logística, quanto na estrutura do centro de treinamento.
“De uma maneira inusitada, criativa e de fácil acesso a todos, ajudamos o tênis brasileiro, que é o objetivo do instituto. Vem sendo um super sucesso, temos ajudado bastante gente”, disse.
Mais sobre o Tennis Route: conheça o instituto apoiado pelo Match Point Brasil
O Instituto Tennis Route foi criado em março de 2010 com a proposta de utilizar o tênis como ferramenta educacional e instrumento de transformação social.
O centro conta com dois projetos sociais com sede fixa no Rio de Janeiro: a Escolinha de Tênis Fabiano de Paula, na Rocinha, e o centro de treinamento matriz na Barra da Tijuca. Além disso, o instituto visa ampliar seu impacto com equipes itinerantes que levam o esporte a escolas públicas em todo o estado fluminense.


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Mais de 5 mil jovens já se beneficiaram das iniciativas do instituto, que já formou mais de 20 professores de tênis e forneceu cerca de 50 bolsas de estudo em faculdade para os atletas.
Atualmente, a coordenação técnica do projeto é composta por Duda Matos e João Zwetsch, considerados dois dos melhores treinadores da história do Brasil no esporte.
O centro conta com tenistas de renome no cenário nacional, como Mateus Alves, Thiago Monteiro, Thiago Wild, Pedro Boscardin, Gustavo Heide, João Lucas Reis e Matheus Pucinelli.
Também já passaram pelas quadras da Tennis Route os atletas Bia Haddad e Thomaz Belucci, que já chegaram ao 10º e 21º lugares no ranking mundial, respectivamente.
Racy afirma que iniciativas como essa, da EQI, tem importância “total” em um esporte considerado “supercaro”, como é o caso do tênis.
“Muitas pessoas ficam pelo caminho. É um esporte em que talvez apenas 150 a 200 atletas no mundo conseguem se sustentar. A jornada até lá é muito grande, muito dura, muito cara. Sem apoio, as pessoas simplesmente não chegam. A minoria das famílias consegue bancar esse sonho. Sem isso, nada acontece”, conclui.
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