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O que a Anbima está fazendo para prevenir um novo episódio CDBs do Master

A recente liquidação extrajudicial do Banco Master gerou repercussões que vão além do impacto imediato sobre o mercado financeiro. Esse episódio teve um efeito marcante, especialmente sobre os Certificados de Depósito Bancários (CDBs), que representam uma alternativa de investimento popular entre os brasileiros.

O impacto global no sistema bancário do Brasil é considerado relativamente pequeno, já que o Banco Master correspondia a apenas 0,57% dos ativos totais do setor. Porém, as consequências para os investidores foram consideravelmente maiores, gerando um dos maiores ressarcimentos da história pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Este processo resultou em um total de R$ 41 bilhões, beneficiando aproximadamente 800 mil investidores, uma quantia expressiva considerando o limite de garantia de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

Carlos André, presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), alerta que a avaliação desse contexto deve ser feita com cautela. Em uma coletiva de imprensa, ele enfatizou que nenhuma estrutura regulatória atual é capaz de proporcionar segurança completa em situações de fraudes intencionais.

André destacou que a organização está comprometida em aprimorar os procedimentos e a supervisão do mercado. Um dos primeiros passos dados pela Anbima foi a reformulação do código de distribuição de produtos financeiros. A nova diretriz deixa claro que a garantia do FGC não pode mais ser utilizada como argumento comercial para promover CDBs e outros ativos. Assim, os produtos devem ser oferecidos com base em suas características reais, que incluem:

– A identidade do emissor, – A taxa de rendimento oferecida, – As avaliações de risco realizadas por agências especializadas.

As instituições que não ajustarem suas práticas às novas regulamentações poderão enfrentar investigações e sanções por parte da Anbima. Vale lembrar que tanto o Banco Master quanto a Reag, outra entidade sob investigação por fraudes, já haviam sido alvo de medidas disciplinares anteriormente.

Outra inovação que a Anbima está planejando introduzir é uma análise de perfil de risco que transcenda a avaliação de ativos individuais. Tradicionalmente, o perfil de risco de um investidor está ligado apenas ao ativo financeiro que pretende adquirir. No entanto, a nova abordagem se concentrará no perfil de risco do portfólio do investidor a fim de mitigar riscos associados à concentração em um único ativo.

Luciane Effting, que preside o fórum de distribuição da Anbima, apresentou essa nova estratégia durante o evento. Segundo ela, um investidor com, por exemplo, R$ 100 mil para aplicar deve diversificar seu portfólio em renda fixa, ações e fundos para que a eventual perda de um ativo não comprometa todo o investimento.

Em relação à transparência e aos potenciais conflitos de interesse no setor, a Anbima destaca as novas exigências que desde o ano passado obrigam as plataformas de investimento a divulgarem as comissões que recebem pela distribuição de diferentes produtos. Isso permite que os investidores possam comparar a rentabilidade de suas aplicações e entender claramente as comissões associadas.

“É essencial que os investidores se informem e questionem as recomendações de investimento que recebem”, ressaltou Effting. Embora a regulação tenha avançado consideravelmente, o engajamento e a curiosidade dos investidores são cruciais para assegurar que tomem decisões conscientes e informadas.

A liquidação extrajudicial do Banco Master teve repercussões que vão além do impacto no mercado financeiro, com consequências notáveis para o setor de investimentos, especialmente em relação aos Certificados de Depósito Bancários (CDBs).

Embora o “efeito Master” tenha gerado pouco risco sistêmico — o banco correspondia a apenas 0,57% do total de ativos do sistema bancário brasileiro —, seu impacto sobre os investidores foi considerável.

O ressarcimento dos CDBs do Master pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é recorde, totalizando R$ 41 bilhões, com um limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, beneficiando cerca de 800 mil investidores.

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) alerta que o cenário deve ser analisado com cautela.

No evento realizado com jornalistas na última quarta-feira (4), o presidente da Anbima, Carlos André, comentou que nenhuma regulamentação está totalmente preparada para prevenir fraudes intencionais.

“Não existe uma solução infalível. Agora é o momento para avaliarmos melhorias que fortaleçam os processos e ampliem a supervisão”, declarou André, que anunciou que a Anbima já iniciou as primeiras ações nesse sentido.

FGC não pode ser usado como argumento

A primeira ação da entidade de autorregulação do mercado foi revisar o código de distribuição de produtos para deixar explícito que o FGC não deve ser utilizado como argumento comercial ou de marketing de produtos financeiros.

Isso implica que CDBs e outros ativos garantidos pelo fundo não podem ser oferecidos com a justificativa de “é seguro, tem garantia do FGC”.

André enfatizou que a decisão de investimento deve ser pautada exclusivamente nas características do ativo, como:

  • Identidade do emissor,
  • Taxa de retorno,
  • Avaliação feita pelas agências de classificação de risco.

Bancos e corretoras que não seguirem as diretrizes da Anbima estarão sujeitos a investigações e sanções conforme os códigos de autorregulação da entidade.

André mencionou que o Master e a Reag — instituições sob investigação da Polícia Federal por fraudes e crimes financeiros — já foram alvo de penalidades anteriores pela Anbima.

Entretanto, o presidente reafirmou que a Anbima tem limites: “não cabe à Anbima agir como polícia. Trabalhamos em conformidade com os códigos de autorregulação.”

Novo perfil de risco

A próxima medida em análise pela entidade é uma nova avaliação do perfil de risco do investidor (suitability).

Atualmente, o perfil de risco está vinculado ao ativo financeiro. Por exemplo, um perfil conservador não se alinha a produtos de maior risco, como ações, mas é compatível com títulos de renda fixa como os CDBs.

No evento, o presidente da Anbima lembrou que os CDBs do Master eram considerados de renda fixa, com liquidez diária e alta classificação de risco. Assim, eram vistos como ativos de baixo risco, adequados aos perfis mais conservadores.

Entretanto, concentrar investimentos em um único ativo também representa um risco significativo. Por isso, a Anbima deseja explorar a criação de um perfil de risco de portfólio.

“O perfil de risco de portfólio ajuda a mitigar o problema da concentração. Um investidor com 100 unidades para investir, com um perfil moderado, deve diversificar sua carteira entre renda fixa, ações e fundos. Assim, se um único ativo enfrentar problemas, o risco é diluído em um portfólio bem diversificado”, explicou Luciane Effting, presidente do fórum de distribuição da Anbima.

Transparência e conflito de interesses

O último aspecto destacado pela Anbima, que já está em vigor desde o ano passado, é a obrigatoriedade de transparência na distribuição de produtos.

Agora, as plataformas que distribuem investimentos devem informar quanto recebem por distribuir determinado produto financeiro, e essas informações devem constar na Política de Remuneração das plataformas.

“Isso permite que o investidor compare quanto o distribuidor ganha para vender um CDB de um banco em relação a outro ativo similar ou a outro distribuidor. Em casos de conflito de interesse, a situação se torna mais clara”, comentou Effting.

No entanto, a representante da Anbima ressalta que essa questão depende do engajamento ativo do investidor.

“A regulação e a autorregulação progrediram significativamente. Mas o investidor precisa se apropriar das informações, questionar antes de investir e entender por que determinado investimento está sendo recomendado para ele”, finalizou Effting.

O post O que a Anbima está fazendo para evitar um novo evento ‘CDBs do Master’ foi publicado originalmente em Seu Dinheiro.

O que a Anbima Está Fazendo para Evitar um Novo Evento ‘CDBs do Master’

Nos últimos anos, o mercado financeiro brasileiro passou por uma série de transformações e desafios, com um foco crescente na proteção dos investidores e na integridade do sistema financeiro. Um dos eventos mais marcantes desse contexto foi o caso dos ‘CDBs do Master’, que expôs fragilidades significativas na regulamentação e na supervisão dos produtos de investimento oferecidos ao público. Para evitar a repetição de situações similares, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) tem implementado uma série de medidas proativas.

1. Fortalecimento da Regulação

Após o evento dos CDBs do Master, a Anbima se comprometeu a revisar e fortalecer as normas relacionadas à comercialização de produtos financeiros. A entidade tem trabalhado na criação de diretrizes mais rigorosas para a oferta de CDBs e outros instrumentos financeiros, visando garantir que as informações sejam claras e que os investidores compreendam os riscos envolvidos.

2. Educação Financeira

Uma das principais estratégias da Anbima para prevenir novos eventos negativos no mercado financeiro é a promoção da educação financeira. Isto inclui iniciativas para aumentar a conscientização dos investidores sobre seus direitos e deveres, bem como sobre os riscos associados a diferentes investimentos. A instituição tem desenvolvido materiais educacionais, promovido cursos e workshops, e realizado campanhas de conscientização, tudo com o intuito de capacitar os investidores a tomarem decisões mais informadas.

3. Aprimoramento da Supervisão

Outra medida importante adotada pela Anbima foi o fortalecimento da supervisão das instituições financeiras e dos produtos que oferecem. A Anbima tem investido em tecnologia e em processos de monitoramento mais rigorosos, além de manter uma comunicação constante com os participantes do mercado para identificar e mitigar riscos antes que se tornem problemas significativos.

4. Transparência e Comunicação

A Anbima também tem promovido uma maior transparência em relação aos produtos financeiros. Isso inclui exigir que as instituições divulguem informações detalhadas sobre os produtos que oferecem, incluindo tarifas, rentabilidade esperada, riscos envolvidos e a natureza dos ativos em que estão investindo. Essa transparência é fundamental para que os investidores possam fazer comparações adequadas e escolher produtos que estejam alinhados com seu perfil de risco.

5. Estabelecimento de Parcerias

Por fim, a Anbima tem buscado parcerias com outras entidades regulatórias, como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para criar um ambiente regulatório mais coeso e eficiente. A colaboração entre essas instituições é essencial para que se possa ter uma visão mais ampla do mercado e para a implementação de ações coordenadas de supervisão e fiscalização.

Conclusão

O caso dos ‘CDBs do Master’ serviu como um alerta sobre a necessidade de uma maior proteção dos investidores no Brasil. A Anbima, reconhecendo as fragilidades do passado, tem se esforçado para implementar medidas que garantam um mercado mais seguro e transparente. Ao focar em regulação, educação, supervisão, transparência e parcerias, a Anbima busca não apenas evitar a repetição de eventos problemáticos, mas também restaurar a confiança do investidor no mercado financeiro brasileiro. O caminho é desafiador, mas as iniciativas em curso são passos significativos em direção a um mercado mais robusto e ético.

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