Em meio a um cenário de contrastes, uma das mais impressionantes construções em São Paulo é, sem dúvida, a Mansão Safra. Reconhecida por ser a maior residência particular da cidade, essa propriedade não passa despercebida.
Localizada no elegante bairro do Morumbi, especificamente na área do Jardim Everest, a mansão possui impressionantes 10 mil metros quadrados de área construída. Para se ter uma ideia de sua grandiosidade, sua extensão supera a famosa Casa Branca, nos Estados Unidos.
A residência foi idealizada por Joseph Safra e atualmente pertence a sua viúva, Vicky Safra.
Um verdadeiro palácio na zona sul de São Paulo
O projeto da mansão teve início nos anos 90, em um lote de aproximadamente 22 mil metros quadrados, destinado à renomada família Safra, reconhecida como uma das mais ricas do Brasil. A inspiração para a construção veio do magnífico Palácio de Versalhes, com o design em estilo Beaux-Arts criado pelo arquiteto francês Alain Raynaud, enquanto a decoração foi realizada por Mica Ertegun, da MAC II, com sede em Nova York.
O paisagismo é uma obra de Roberto Burle Marx, um dos mais renomados paisagistas do Brasil, e a iluminação ficou sob a responsabilidade da arquiteta Esther Stiller, que é reconhecida internacionalmente por seu trabalho.
A Mansão Safra conta com cinco andares, abrangendo cerca de 130 ambientes distintos, equipados com nove elevadores, uma piscina de padrão olímpico e até um heliponto, tudo planejado para que a residência funcione de forma autônoma.
Para contextualizar o tamanho da mansão, vale lembrar que a Casa Branca tem cerca de 5 mil metros quadrados, enquanto a residência Safra atinge 10.868 metros quadrados, uma dimensão que se aproxima do Palácio da Alvorada, a residência oficial do presidente do Brasil.
Explorando o interior da Mansão Safra
A segurança e privacidade da mansão são garantidas por muros altos e uma vasta área verde, que a isolam, mesmo em uma área tão movimentada como o Morumbi. A entrada já demonstra a magnitude do lugar: primeiramente pela extensão do terreno e, em seguida, pela grandeza da construção, que se assemelha a um pequeno complexo governamental.
O edifício principal é dividido em cinco andares, conectados por nove elevadores — um luxo raramente visto em residências particulares. Os mais de 130 cômodos incluem amplos salões, áreas sociais generosas, alas privadas, áreas de serviços separadas e zonas técnicas, que garantem o bom funcionamento da casa.
A residência é equipada com sistemas autônomos de energia, segurança e manutenção, permitindo que funcione de forma independente por longos períodos.
Um oásis no meio da agitação urbana
Os jardins da Mansão Safra desempenham um papel crucial. Mais do que meramente decorativos, eles servem como uma barreira natural que proporciona tranquilidade, privacidade e uma vista controlada da cidade. A piscina olímpica, que faz parte do complexo, reforça a ideia de escala: nada ali é apenas simbólico; cada elemento foi cuidadosamente pensado para uso real, preservando a discrição.
O heliponto é outro destaque, facilitando a mobilidade dos moradores e diminuindo a dependência dos congestionamentos da capital paulista, conectando a mansão a aeroportos e locais estratégicos.
Investimento e manutenção
Na época de sua construção, estima-se que a Mansão Safra teve um custo de aproximadamente US$ 11 milhões, um valor considerável para os padrões daquela época. Atualmente, segundo a imobiliária de luxo Santandrea, o valor estimado da propriedade gira em torno de US$ 500 milhões, o que equivale a cerca de R$ 2,89 bilhões.
Além do investimento inicial, a manutenção de uma residência desse porte é extremamente elevada. Embora o valor exato do IPTU não seja oficial, uma matéria da Folha de S.Paulo sugere que o imposto pode estar na faixa de R$ 1 milhão por ano.
A Mansão Safra não é apenas um símbolo de riqueza, mas também uma fascinante representação da arquitetura e do planejamento urbano em São Paulo.
Em uma cidade repleta de contrastes, poucas edificações se destacam tanto quanto a Mansão Safra, reconhecida como a maior residência particular de São Paulo.
Aproximadamente localizada no Morumbi, na área do Jardim Everest, essa propriedade possui mais de 10 mil metros quadrados de área construída — um tamanho que a torna maior do que uma das residências oficiais mais emblemáticas do mundo, a Casa Branca, nos Estados Unidos.
A mansão foi construída por Joseph Safra e agora faz parte do patrimônio de sua viúva, Vicky Safra.
Um palácio particular no Morumbi
Erguida em um terreno de cerca de 22 mil metros quadrados, a mansão começou sua construção na década de 1990 para a família Safra, uma das mais abastadas do Brasil.
Inspirada no grandioso Palácio de Versalhes, a residência foi projetada em estilo Beaux-Arts pelo arquiteto francês Alain Raynaud, com decoração de Mica Ertegun, da MAC II, de Nova York.
O paisagismo da Mansão Safra é assinado por Roberto Burle Marx, e o projeto de iluminação foi desenvolvido pela arquiteta brasileira Esther Stiller, renomada internacionalmente.
Composta por cinco andares, a mansão conta com aproximadamente 130 ambientes, nove elevadores, uma piscina de tamanho olímpico, heliponto, e uma infraestrutura projetada para operar de forma autônoma.
Para comparação:
- A Casa Branca possui cerca de 5 mil metros quadrados de área construída;
- A mansão Safra conta com 10.868 metros quadrados, quase o mesmo tamanho do Palácio da Alvorada.
Todo esse espaço reservado em uma residência privada, sem nenhum uso público.
Por dentro da Mansão Safra
Muros altos, vegetação exuberante e amplos recuos proporcionam um isolamento raro, mesmo para os padrões do Morumbi. A fachada não possui placas chamativas ou sinais visíveis de ostentação.
A grandiosidade se revela gradualmente: inicialmente pelo tamanho do terreno e, em seguida, pela escala da construção, que ocupa todo um quarteirão como um pequeno complexo institucional.
A parte central do edifício é distribuída por cinco andares conectados por nove elevadores, um detalhe incomum em residências particulares.
Os mais de 130 cômodos incluem amplos salões de recepção, grandes áreas sociais, alas privativas, setores de serviços isolados e áreas técnicas que não fazem parte da rotina cotidiana da casa.
Sistemas próprios de energia, segurança, circulação e manutenção possibilitam que a mansão funcione de maneira autônoma por longos períodos.
Um refúgio dentro da metrópole
Os jardins desempenham um papel crucial. Mais do que meramente decorativos, atuam como uma barreira natural que assegura silêncio, privacidade e controle visual entre a residência e a cidade.
A piscina olímpica, que faz parte do complexo da Mansão Safra, reforça a lógica da escala. Cada aspecto foi cuidadosamente planejado para um uso efetivo, embora de forma discreta.
O heliponto completa o projeto, diminuindo a dependência do trânsito paulistano e conectando a casa a aeroportos e outros pontos estratégicos.
Quanto custou e quanto custa manter
Durante sua construção, estimativas indicam que a mansão teve um custo em torno de US$ 11 milhões, um valor elevado para os padrões dos anos 1990.
Atualmente, segundo a imobiliária de luxo italiana Santandrea, o imóvel é avaliado em cerca de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,89 bilhões).
Manter uma propriedade desse porte certamente gera custos substanciais. Embora o valor exato do IPTU não seja divulgado, um ranking da Folha sugere que o custo possa ser próximo de R$ 1 milhão por ano.
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A Maior Mansão da Cidade de São Paulo: Um Gigante Imobiliário que Supera a Casa Branca em Tamanho
A cidade de São Paulo, um dos maiores centros urbanos da América Latina, não é apenas famosa por seu dinamismo econômico e cultural, mas também abriga algumas das residências mais luxuosas do Brasil. Entre elas, destaca-se uma mansão que não apenas se distingue pela sua opulência, mas também por seu tamanho excepcional. Esta propriedade, cujo nome e localização permanecem escondidos por trás dos muros de seu imponente portão, tem ganhado atenção especial por superar a Casa Branca, a residência oficial do presidente dos Estados Unidos, em área total.
Dimensões Grandiosas
Com uma área construída que excede os 7.000 metros quadrados, a mansão paulista é um verdadeiro palácio urbano. Para se ter uma ideia, a Casa Branca possui cerca de 5.100 metros quadrados. No entanto, o tamanho não é o único aspecto que a torna notável; a arquitetura, os acabamentos de luxo e os jardins exuberantes são apenas algumas das características que fazem desta residência uma obra-prima do design contemporâneo.
Luxo e Conforto
Os interiores da mansão são uma demonstração de bom gosto e sofisticação. Equipados com tecnologia de ponta, os cômodos incluem salas de cinema, academias, adegas, e até mesmo áreas de lazer que superam muitas das ofertas de resorts de luxo. Os proprietários, cujos nomes são mantidos em sigilo por questões de privacidade, desfrutam de uma vida que combina o conforto de casa com a exclusividade de um estilo de vida de alta classe.
IPTU Astronômico
Uma das curiosidades que cercam essa mansão é o impressionante valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Anualmente, a propriedade gera um gasto que gira em torno de R$ 1 milhão. Este valor astronômico pode ser atribuído, não apenas à localização privilegiada e ao tamanho da residência, mas também à alta valorização do mercado imobiliário em São Paulo, que se tornou uma metrópole de referência mundial.
Impactos e Considerações
O pagamento de um IPTU expressivo, mais do que uma formalidade fiscal, reflete a responsabilidade e os deveres que vêm com a posse de uma propriedade tão grandiosa. Além de contribuir significativamente para os cofres públicos, o valor arrecadado ajuda a sustentar serviços essenciais na cidade, desde a educação até a infraestrutura urbana. No entanto, também levanta questões sobre a desigualdade e a profunda disparidade econômica que persiste nas áreas urbanas da cidade, nas quais a riqueza e a pobreza coexistem lado a lado.
Conclusão
A maior mansão de São Paulo representa não apenas a ostentação extrema de uma parte da sociedade, mas também um reflexo das dinâmicas urbanas complexas que caracterizam a metrópole. Ao superar a Casa Branca em tamanho e demandar um IPTU considerável, essa propriedade coloca em evidência questões sobre riqueza, responsabilidade e o papel da habitação de luxo em contextos urbanos. Em um país repleto de contrastes, essa mansão é um símbolo da opulência que ainda é possível alcançar em meio às dificuldades que muitos enfrentam diariamente. Transformando-se em um ícone da arquitetura e do estilo de vida, a casa é um testemunho da capacidade humana de sonhar grande, mesmo em um mundo repleto de desafios.




